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SÃO PAULO -
Pelado, o artista Maurício Ianês iniciou na manhã de terça-feira, 4, sua performance, A Bondade de Estranhos, como parte da 28ª Bienal de São Paulo. Até o dia 16 deste mês, ele ficará no pavilhão, sobrevivendo apenas de doações dos visitantes e sem dizer uma palavra. Na terça, logo que foi aberta a visitação, às 10 horas, Ianês começou a vagar sem roupa pelo prédio, chegando ao terceiro piso do edifício, onde está a parte expositiva desta Bienal, que ficará em cartaz até 6 de dezembro.
A primeira doação recebida foi uma garrafa d'água e, logo após, uma camiseta. Pouco depois das 14 horas, o artista ainda se apresentava nu da cintura para baixo, causando espanto entre os poucos visitantes no local, a ponto de os guardas responsáveis pelo setor perguntarem: "Ninguém pode dar uma cueca para ele?" Também não faltaram piadas maliciosas em relação àqueles que observavam mais atenciosamente a cena. O incômodo foi potencializado pelo fato de Ianês ficar absolutamente imóvel, de pé, sem comunicação nenhuma com o público, contrariamente ao título geral desta edição:
Em Vivo Contato. O único movimento do artista era se sentar, esporadicamente, ao lado dos poucos pertences recebidos. Até o fim da tarde, ele já havia ganho comida, mais duas camisetas, uma manta e uma cueca. As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.
CHICAGO (IL) - A Flórida é palco de mais uma polêmica nesta eleição. Mas desta vez não tem relação com recontagem de votos, e sim com o protesto de uma
comunidade nudista que
quer ter o direito de
votar sem roupas.
Os moradores da maior comunidade nudista da Flórida, o Caliente Resorts and Spa, pediram à Jusitça Eleitoral do condado para que uma seção eleitoral seja criada dentro da comunidade, para que as pessoas possam votar sem roupas.
O supervisor das eleições no condado, Brian Corley, ainda não negou a requisição, mas disse que uma nova seção eleitoral “é baseada na necessidade e no número de pessoas na região”.
Segundo um canal local de Tampa Bay, cerca de 350 pessoas moram no resort nudista e outras 200 trabalham no local, também sem roupas. Segundo o porta-voz da Justiça Eleitoral da Flórida, caso a nova seção seja criada, ela só valerá em 2010. Ou seja, por enquanto, todos terão que votar com roupas…
Thiago Fragoso é capa da 5ª edição
da revista Aimé, que já e

stá nas bancas. No ar em “Negócio da China”, novela da Rede Globo, o
ator posou para as lentes do badalado Fernando Torquatto, no estúdio do fotógrafo, no Rio de Janeiro. Além da capa, o
protagonista do folhetim de Miguel Falabella também deu uma entrevista para a publicação - na qual fala sobre sua carreira, esportes e política -, devidamente ilustrada com fotos onde esbanja sensualidade. A Aimé é uma das novas revistas direcionadas ao
publico gay. Entre outros famosos que já deram um show de beleza posando para publicações do tipo estão: Rodrigo Hilbert, Cauã Reymond e Rômulo Arantes Neto. (
Fonte: Babado)
Na Califórnia. O actor Sacha Baron Cohen, que interpretou o famoso "Borat", desfilou disfarçado com uma peruca loira, mas acabou por
ser reconhecido pelos fotógrafos. O comediante britânico, que está a preparar um novo filme, desta vez baseado na personagem Bruno, um jornalista de moda austríaco e gay, foi retirado da manifestação por membros da sua equipa de filmagem, momentos após ter sido descoberto. Os manifestantes apoiavam a "Poposition 8", projecto que pretende promulgar uma lei que proíba os casamentos homossexuais na Califórnia. Recorde-se que em Setembro, Cohen foi notícia após ter invadido o desfile da estilista espanhola Agatha Ruiz de la Prada, durante a Semana de Moda de Milão. O actor foi detido e obrigado a prestar declarações à polícia. (jn.sapo.pt)
Apesar de sugestões – algumas veladas, outras mais explícitas – de homossexualismo em filmes de gângsteres e westerns clássicos, os

dois gêneros são predominantemente masculinos no imaginário do público.
Guy Ritchie quebra a escrita de uma forma muito divertida e inteligente
em Rock’n’Rolla - A Grande Roubada. E, depois, o que importa não é a revelação do homossexualismo, quando ocorre, mas o pós, quando um dos personagens centrais dessa história violenta e cheia de reviravoltas descobre o que o amigo gay – enrustido somente para ele – fez para proteger sua mãe. O filme de Guy Ritchie é elétrico e subversivo do gênero. É sobre “rock-’n’-rollas”, pessoas que querem viver no limite das drogas, do prazer e do rock-’n’-roll. É sobre amizade, virilidade, respeito, a força e a fragilidade humanas. É muito bom. Como em qualquer dos grandes filmes sobre relações familiares, existem os esqueletos no armário, os segredos que, quando revelados, jogam detritos no ventilador. Impossível não falar do elenco – Gerard Butler, a sexy Thandie Newton, o “mad dog” Tom Wilkinson. Um aviso é importante. Quando começarem os créditos, não se apresse em deixar a sala. Durante os letreiros, surgem novas – reveladoras e divertidas – imagens.(dm.com.br)
O drama político
Milk, o primeiro filme do cineasta Gus Van Sant (Gênio Indom
ável, Elefante) é baseado na história real do político de São Francisco Harvey Milk, o primeiro gay assumido a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos, o que motivou um contra-ataque desmedido da homofobia vigente na época. Sean Penn interpreta Milk.
Josh Brolin, Emile Hirsch e James Franco, entre outros, também estão no elenco.O roteiro foi escrito por Dustin Lance Black, da telessérie Amor Imenso. A Focus Features lança
Milk nos EUA em 26 de novembro. No Brasil ainda não há previsão. (Omelete.com)